You´re just too good to be true
can´t take my eyes off of you
you´d be like heaven to touch
I wanna hold you so much
at long last love has arrived
and I thank God I´m alive
you´re just too good to be true
can´t take my eyes off of you.
Pardon the way that I stare
there´s nothing else to compare
the sight of you leaves me weak
there are no words left to speak
but if you feel like I feel
please let me know that it´s real
you´re just too good to be true
can´t take my eyes off of you.
I need you baby and if it´s quite alright
I need you baby to warm the lonely nights
I love you baby,trust in me when I say:ok
oh pretty baby,don´t let me down,I pray
oh pretty baby,now that I found you,stay
and let me love you,oh baby,let me love you,oh baby
You´re just too good to be true
can´t take my eyes off of you
you´d be like heaven to touch
I wanna hold you so much
at long last love has arrived
and I thank God I´m alive
LAURYN HILL
Thursday, April 26, 2007
Monday, April 23, 2007
Pranto por Ernesto Guevara
A fotografia caíra da montra
e eu vi:
na pestana cintila o céu chuvoso
como brilham os arados da Bolívia
e a geada nos descalços pés morenos.
Bolívia...Ainda lhe doí a ferida acre
ou ele está quieto e só a terra doí
ali
onde o pranto de mãe erra com as caravanas
e o procura
toda a noite até que a manhã rompe.
As raízes transforman-se-lhe em tecto.
O punho chora na espingarda.
Mesetas de cinza,dai-lhe o silêncio
para que ouça como rangem os berços,
como flutuam no sono as bandeiras queimadas.
Dai-lhe o silêncio onde jaz
com a sua boina guerrilheira e as pestanas de sombra
onde-como sentinela-pela voz derradeira
a noite,perto dele,avança com largos ombros de chuva.
IVAN DAVIDKOV(BULGÁRIA)
e eu vi:
na pestana cintila o céu chuvoso
como brilham os arados da Bolívia
e a geada nos descalços pés morenos.
Bolívia...Ainda lhe doí a ferida acre
ou ele está quieto e só a terra doí
ali
onde o pranto de mãe erra com as caravanas
e o procura
toda a noite até que a manhã rompe.
As raízes transforman-se-lhe em tecto.
O punho chora na espingarda.
Mesetas de cinza,dai-lhe o silêncio
para que ouça como rangem os berços,
como flutuam no sono as bandeiras queimadas.
Dai-lhe o silêncio onde jaz
com a sua boina guerrilheira e as pestanas de sombra
onde-como sentinela-pela voz derradeira
a noite,perto dele,avança com largos ombros de chuva.
IVAN DAVIDKOV(BULGÁRIA)
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